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E se o país vizinho passasse a perna?

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E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Diogojcv em Qui 25 Jul 2013 - 19:51




E se o pais vizinho de repente fizesse frente na modalidade em que os EUA são de longe a melhor seleção do mundo? É uma questão bastante dúbia, não é?

No Canada o desporto de eleição é o hóquei no gelo, sendo que a origem deste mesmo desporto teve o seu despontar neste mesmo país com a NHA. Os Canadenses vibram com o hóquei no gelo, da mesma forma que os Europeus vibram com o futebol por exemplo. Em norma os cidadãos de cada país dão mais valor ao desporto em que são mais fortes, é mesmo assim, a tendência é essa. Todos nos gostamos de torcer por aquilo em que somos mais fortes, é normal. Mas se de repente surgisse um cardápio de jogadores capazes de elevar outra modalidade? Pois bem, é o que está a acontecer no Canada, todos nos sabemos que apesar de o basket não ser o desporto de eleição neste país a verdade é que existe sempre um carinho especial por esta modalidade, prova disso é a presença de uma equipa Canadense na melhor liga de basket do mundo, os Toronto Raptors.



O Canada hoje em dia não tem qualquer tipo de hipóteses de fazer frente aos EUA no basket, a diferença entre as duas seleções é abismal. Os EUA neste momento poderiam fazer 4 equipas que todas elas seriam melhores que a escolhida pela antiga colonia Francesa, mas o futuro como dizem os mais católico “a deus pertence” e a verdade é que este mesmo futuro não é nada mais nada menos que bastante promissor, ora vejamos então as jovens estrelas Canadenses em ascensão:

- Anthony Bennett, 1ª escolha do draft de 2013
- Kelly Olynyk, 13ª escolha do draft de 2013
- Tristan Thompson, PF dos Cleveland Cavaliers
- Cory Joseph, PG dos San Antonio Spurs
- Andrew Nicholson, PF dos Orlando Magic
- Nick Stauksas, joga a SG/SF neste momento representa Michigan, uma Universidade nos EUA, muito mais que um bom shooter, é um jogador que pode chegar a um patamar altissimo na NBA.
-Dwight Powell, joga a PF e neste momento representa Stanford, neste momento tem uma média de 19.4 pontos por 40 min, nada mau para um jogador ainda muito “verde”.
-Kyle Wiltjer, joga a PF, transferiu-se de Kentucky para Gozanga, um jogador bastante atletico para o seu tamanho e que consegue fácilmente fugir aos outros “big guys” com os seus lançamentos de média e longa distancia.
-Tyler Ennis, joga a PG neste momento faz parte dos Syracuse e pelo que tudo indica este ano irá comandar o ataque dos Orange após a saída de Michael Carter Williams (11ª escolha do draft) para a NBA.
-Kevin Pangos, joga tambem ele a PG e tal como Kyle representa Gozanga neste momento, o futuro deste jogador é incerto, mas á quem diga que tam algo de extraordinario escondido.
-Andrew Wiggins, este dispensa apresentações é nada mais nada menos que o o ÁS de trunfo, o futuro do basket do seu país, para muitos o maior porspect após Lebron James. Um jogador extremamente talentoso, um autentico prodigio, um fenómeno. È sem dúvida o maior candidato a 1ª escolha do draft do proximo ano.



Agora reparem bem neste cenário, a seleção de basket do Canada irá ter á sua disposição a 1º escolha do draft de 2013 e de 2014, certamente será suficiente para fazer parte do lote das melhores seleções de basket do mundo, mas isso não chega certamente para bater a GRANDE seleção Americana, mas se juntarmos a todos este jovens jogadores alguma experiencia então as coisas ganharam outra forma e estou a falar de jogadores como Matt Bonner (San Antonio Spurs), Joel Anthony (Miami Heat), Samuel Dalembert (Dallas), jogadores que provavelmente serão ultrapassados pelos jovens jogadores que mencionei, mas que neste momento são jogadores capazes de fazer o elo de ligação entre o passado do basket Canadense e o futuro.

“O basket Canadiense vem se mostrando irregular há muito tempo. Agora estamos a trabalhar a sério para levar o nosso país de volta ao mapa e estou certo de que vamos conseguir isso muito em breve” Joseph.

E vocês? Que têm a dizer? Acham que estão reunidos os ingredientes de um futuro risonho no basket do Canada? Será que a seleção Norte Americana deverá soar já os alarmes? Ou acham que vão continuar a ser a melhor seleção Americana e do Mundo?


Última edição por Diogojcv em Qui 25 Jul 2013 - 20:43, editado 1 vez(es)

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  PIERCE#34 em Qui 25 Jul 2013 - 19:58

Como todos este miúdos que estão a aparecer agora, acho que podem tentar fazer frente aos USA. Mas não chegarão certamente ao mesmo nível que eles. Os USA são um potencia do basquetebol, não vejo ninguém ao seu nível. mas é certo que como a Espanha fez e conseguiu fazer frente, futuramente o canada também o consiga!
Bom Artigo Smile
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Diogojcv em Qui 25 Jul 2013 - 20:33

PIERCE#34 escreveu:Como todos este miúdos que estão a aparecer agora, acho que podem tentar fazer frente aos USA. Mas não chegarão certamente ao mesmo nível que eles. Os USA são um potencia do basquetebol, não vejo ninguém ao seu nível. mas é certo que como a Espanha fez e conseguiu fazer frente, futuramente o canada também o consiga!
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  JP3 em Qui 25 Jul 2013 - 20:41

Vamos ver como se vai se passar nos jogos olimpicos de 2014. Vai ser lindo! O Canadá, EUA, Espanha. Pode haver mais concorrência.

O país que vai passar a perna os EUA daqui uns anos vai ser os TUGAS! Eu e o Indy vamos fazer um Duo fora da série. ATÉ OS COMEMOS! afro 

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Diogojcv em Qui 25 Jul 2013 - 20:44

JP3 escreveu:Vamos ver como se vai se passar nos jogos olimpicos de 2014. Vai ser lindo! O Canadá, EUA, Espanha. Pode haver mais concorrência.
E Eu a pensar que os Jogos Olímpicos eram de 4 em 4 anos lol jocolor 

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Vince Carter em Qui 25 Jul 2013 - 20:51

Os EUA são uma máquina de produzir jogadores. Nas ruas enquanto se espera que os amigos nos venham buscar, joga-se basket. Enquanto se espera pelo jantar, joga-se basket. Nos intervalos, joga-se basket. Em todas as cidades/vilas/aldeias/tudo e mais alguma coisa, existe sempre um espaço destinado á bola laranja. Falo por experiência própria porque já lá tive duas vezes.
Em muitos estados o basquetebol faz parte da cultura, e não é algo que demore pouco tempo para se conseguir.
Podem existir países que tenham "gerações de ouro" (como é o caso do Canadá atualmente e a Espanha á uns anos), mas mais tarde ou mais cedo a supremacia volta aos EUA porque o basket está na cultura todos os dias, todos os anos, a tempo inteiro.


O Império Romano também foi muito vasto e durou muito tempo mas acabou por se extinguir e pode ser que no futuro o mesmo aconteça nos EUA num futuro longiquo. Pode ser que no Canadá se começe a criar a tal tradição do basket, mas é complicado porque só existe uma equipa na melhor liga do mundo, e infelizmente é perdedora. - "Ah mas eles jogam na mesma na NBA". Certo, mas vivendo eu no Canadá quero assistir á equipa do meu país, e se a equipa não for vencedora não irei ter interesse. (isto porque é muito mais acessível ver um jogo de TO do que outra equipa americana). Virando as coisas ao contrário para quem não percebeu: Existe algum americano a prestar atenção aos Raptors? Não, da mesma maneira que nenhum oriundo do Canadá se interessa por outra equipa dos USA (óbvio que existem sempre algumas exceções).

Um novo Vince Carter em Toronto era o ideal para despertar o interesse pela modalidade e assim continuar com o crescimento do basket e claro desta geração de jovens prodigios.

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Diogojcv em Qui 25 Jul 2013 - 21:01

Vince Carter escreveu:Os EUA são uma máquina de produzir jogadores. Nas ruas enquanto se espera que os amigos nos venham buscar, joga-se basket. Enquanto se espera pelo jantar, joga-se basket. Nos intervalos, joga-se basket. Em todas as cidades/vilas/aldeias/tudo e mais alguma coisa, existe sempre um espaço destinado á bola laranja. Falo por experiência própria porque já lá tive duas vezes.
Em muitos estados o basquetebol faz parte da cultura, e não é algo que demore pouco tempo para se conseguir.
Podem existir países que tenham "gerações de ouro" (como é o caso do Canadá atualmente e a Espanha á uns anos), mas mais tarde ou mais cedo a supremacia volta aos EUA porque o basket está na cultura todos os dias, todos os anos, a tempo inteiro.


O Império Romano também foi muito vasto e durou muito tempo mas acabou por se extinguir e pode ser que no futuro o mesmo aconteça nos EUA num futuro longiquo. Pode ser que no Canadá se começe a criar a tal tradição do basket, mas é complicado porque só existe uma equipa na melhor liga do mundo, e infelizmente é perdedora. - "Ah mas eles jogam na mesma na NBA". Certo, mas vivendo eu no Canadá quero assistir á equipa do meu país, e se a equipa não for vencedora não irei ter interesse. (isto porque é muito mais acessível ver um jogo de TO do que outra equipa americana). Virando as coisas ao contrário para quem não percebeu: Existe algum americano a prestar atenção aos Raptors? Não, da mesma maneira que nenhum oriundo do Canadá se interessa por outra equipa dos USA (óbvio que existem sempre algumas exceções).

Um novo Vince Carter em Toronto era o ideal para despertar o interesse pela modalidade e assim continuar com o crescimento do basket e claro desta geração de jovens prodigios.
O Basket é um desporto de fácil acesso, ou seja, qualquer pessoa pode jogar basket, não apenas a elite norte-americana. Em qualquer local, em qualquer bairro existe um cesto e um campo, o mesmo não podemos dizer do ténis, do golfe, estes são desportos da alta sociedade, mesmo o hóquei no gelo é um desporto que necessita de muito mais material do que o basket, no basket basta uma bola e um aro para fazer montes de miúdos felizes.

Não quero estar a ser racista nem nada do género, mas a abundancia de “negros” na NBA é derivado a isso mesmo, normalmente os “negros” são mais atléticos que os “brancos” e se juntarem aos seus atributos inatos com muitas horas a praticar um desporto então tornam-se mesmo “bestas” nessa modalidade. Nos EUA acontece isso mesmo, muito mais que o basebol, que o futebol americano, o basket como o Indy disse é praticado em qualquer hora morta, quanto mais não seja a fazer malabarismos com a bola.

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Cobain em Qui 25 Jul 2013 - 22:37

Penso que para algum país conseguir destornar os USA no trono do basket o sistema todo... As ligas, a organização, tudo... O que se passa é que todo o basket está concentrado na NBA e o basket europeu está a milhas do americano... Para alguém passar os States tinha de haver uma revolução e não creio que isso aconteça nos próximos anos...

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Vince Carter em Qui 25 Jul 2013 - 22:42

Cobain escreveu:Penso que para algum país conseguir destornar os USA no trono do basket o sistema todo... As ligas, a organização, tudo... O que se passa é que todo o basket está concentrado na NBA e o basket europeu está a milhas do americano... Para alguém passar os States tinha de haver uma revolução e não creio que isso aconteça nos próximos anos...
Até porque com esta crise, não existe ninguém que pense em investir na modalidade.

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Bártolo em Sex 26 Jul 2013 - 20:56

Gostei muito do artigo Diogo, muito importante.

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Diogojcv em Sab 27 Jul 2013 - 10:16

Bártolo escreveu:Gostei muito do artigo Diogo, muito importante.
Também achei bastante pertinente fazer este artigo, ate porque os Americanos nunca sentiram qualquer tipo de pressão no Basket. Talvez só daqui a 3 ou 4 anos é que este artigo vai fazer mesmo sentido, mas pronto deixei já aqui um pequeno texto do que pode vir a acontecer no futuro.

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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Farripas em Qui 1 Ago 2013 - 0:11

Diogojcv escreveu:
Vince Carter escreveu:Os EUA são uma máquina de produzir jogadores. Nas ruas enquanto se espera que os amigos nos venham buscar, joga-se basket. Enquanto se espera pelo jantar, joga-se basket. Nos intervalos, joga-se basket. Em todas as cidades/vilas/aldeias/tudo e mais alguma coisa, existe sempre um espaço destinado á bola laranja. Falo por experiência própria porque já lá tive duas vezes.
Em muitos estados o basquetebol faz parte da cultura, e não é algo que demore pouco tempo para se conseguir.
Podem existir países que tenham "gerações de ouro" (como é o caso do Canadá atualmente e a Espanha á uns anos), mas mais tarde ou mais cedo a supremacia volta aos EUA porque o basket está na cultura todos os dias, todos os anos, a tempo inteiro.


O Império Romano também foi muito vasto e durou muito tempo mas acabou por se extinguir e pode ser que no futuro o mesmo aconteça nos EUA num futuro longiquo. Pode ser que no Canadá se começe a criar a tal tradição do basket, mas é complicado porque só existe uma equipa na melhor liga do mundo, e infelizmente é perdedora. - "Ah mas eles jogam na mesma na NBA". Certo, mas vivendo eu no Canadá quero assistir á equipa do meu país, e se a equipa não for vencedora não irei ter interesse. (isto porque é muito mais acessível ver um jogo de TO do que outra equipa americana). Virando as coisas ao contrário para quem não percebeu: Existe algum americano a prestar atenção aos Raptors? Não, da mesma maneira que nenhum oriundo do Canadá se interessa por outra equipa dos USA (óbvio que existem sempre algumas exceções).

Um novo Vince Carter em Toronto era o ideal para despertar o interesse pela modalidade e assim continuar com o crescimento do basket e claro desta geração de jovens prodigios.
O Basket é um desporto de fácil acesso, ou seja, qualquer pessoa pode jogar basket, não apenas a elite norte-americana. Em qualquer local, em qualquer bairro existe um cesto e um campo, o mesmo não podemos dizer do ténis, do golfe, estes são desportos da alta sociedade, mesmo o hóquei no gelo é um desporto que necessita de muito mais material do que o basket, no basket basta uma bola e um aro para fazer montes de miúdos felizes.

Não quero estar a ser racista nem nada do género, mas a abundancia de “negros” na NBA é derivado a isso mesmo, normalmente os “negros” são mais atléticos que os “brancos” e se juntarem aos seus atributos inatos com muitas horas a praticar um desporto então tornam-se mesmo “bestas” nessa modalidade. Nos EUA acontece isso mesmo, muito mais que o basebol, que o futebol americano, o basket como o Indy disse é praticado em qualquer hora morta, quanto mais não seja a fazer malabarismos com a bola.

Excelente artigo Diogo Very Happy 

Concordo com o que dizes em relação aos negros, devido ao atleticismo inerente à raça. Não vejo nenhum país a ultrapassar os EUA no basquetebol, muito menos o Canadá em que, como o Diogo refere, o desporto rei é outro. O sistema universitário que existe nos EUA vai continuar a produzir talentos, de uma maneira que será impossível copiar por parte de outros países.

Mas, como diz o Indy... O Império Romano era o que era e também caíu. Nunca se pode dizer nunca.
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Silver77 em Qui 22 Ago 2013 - 16:52

Não sabia que o bennet e o olynyk também eram canadenses, penso que talvez tivessem alguma coisa digna de nota se este crescimento se tivesse dado quando o steve nash ainda não jogava de bengala, o nash e daqueles PG qe torna os os seus colegas de equipa melhores com os seus passes mas neste momento a idade e aquelas costas magoadas reduziram-no bastante
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Groove em Sex 23 Ago 2013 - 12:55

Só tenho uma coisa a dizer: Mais um grande artigo escrito pelo Diogo, parabéns.
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Diogojcv em Sex 23 Ago 2013 - 20:48

Groove escreveu:Só tenho uma coisa a dizer: Mais um grande artigo escrito pelo Diogo, parabéns.
Obrigado Groove, agora não tenho feito muitos porque também estamos na fase "morta" da nba e ando a guardar-me para o jornal Smile
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

Mensagem  Groove em Seg 26 Ago 2013 - 11:47

Diogojcv escreveu:
Groove escreveu:Só tenho uma coisa a dizer: Mais um grande artigo escrito pelo Diogo, parabéns.
Obrigado Groove, agora não tenho feito muitos porque também estamos na fase "morta" da nba e ando a guardar-me para o jornal Smile
E eu numa fase que mal tenho tempo para vir ao fórum!

Queria tanto ter tempo para vos ajudar com o jornal Sad
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Re: E se o país vizinho passasse a perna?

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